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Prontos para Plenário projetos do TJM e do MP

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A Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária (FFO) da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) aprovou, nesta quarta-feira (17/4/24), pareceres pela aprovação de projetos que alteram o quadro de pessoal do Tribunal de Justiça Militar (TJM) e do Ministério Público (MP) do Estado. Ambos já podem ser votados no Plenário, em 1º turno.

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O Projeto de Lei (PL) 1.836/23, do TJMG, propõe a criação de 17 cargos na estrutura da Justiça Militar: 10 de provimento efetivo, de oficial judiciário; cinco de gerente, de recrutamento limitado; um de coordenador de área, de recrutamento limitado; e um de assessor técnico especializado, de recrutamento amplo.

Segundo o tribunal, a criação dos cargos de provimento efetivo se faz necessária pelo ingresso na Justiça Militar de seis novos juízes de direito substitutos, o que possivelmente resultará no acréscimo da carga de trabalho dos atuais servidores.

Além disso, a criação de cargos comissionados obedece ao equilíbrio quantitativo em relação aos de provimento efetivo, de acordo com o TJMG.

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O deputado Zé Guilherme (PP), presidente da comissão e relator da proposta, não sugeriu modificações no texto original. Em seu parecer, ele explica que a estimativa de impacto financeiro é de R$3 milhões, de forma que o gasto com pessoal na Justiça Militar permanecerá dentro dos limites da Lei de Responsabilidade Fiscal.

Ministério Público

Por sua vez, o PL 1.870/23, do MP, prevê a criação de 250 cargos efetivos de analista e dos seguintes cargos comissionados: cinco cargos de assessor administrativo IV; cinco de assessor administrativo III; 450 cargos de assessor jurídico; 10 de assessor administrativo II; e dez de assessor administrativo I.

São extintos, a partir da vacância, três cargos de assessor administrativo especial, atualmente ocupados. Já os cargos de assessor de procurador e de assessor de promotor passam a ser denominados assessor jurídico, mantidos o mesmo padrão de vencimento.

O projeto também institui cinco funções gratificadas (FG), de apoio à Administração Superior, à Diretoria-Geral e às superintendências; e 10 de apoio às diretorias e aos projetos administrativos.

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Ainda traz a possibilidade de opção pelo vencimento do cargo efetivo, acrescido de 10% do cargo em comissão, para os nomeados aos cargos de assessor jurídico, reservados ao recrutamento limitado.

É assegurada ao servidor a conversão, em dinheiro, de férias não gozadas e de outras vantagens de natureza remuneratória, nos casos em que não tiver usufruído o seu direito por necessidade do serviço.

Por fim, a proposta revoga a previsão de extinção de 825 cargos de analista e de 1.325 cargos do Quadro de Serviços Auxiliares do Ministério Público, contida na Lei 22.618, de 2017.

O deputado Zé Guilherme, que também relatou o PL 1.870/23, recomendou a aprovação do substitutivo nº 1, apresentado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

O novo texto acrescenta que poderá haver designação de servidor do Quadro de Serviços Auxiliares para trabalhar em regime de plantão, em apoio a membro do Ministério Público.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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