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Senado vota decreto de intervenção federal após vandalismo no DF

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Estrago patrimonial no prédio do Congresso Nacional, invadido na tarde de domingo (8), por manifestantes bolsonaristas
Pedro França/Agência Senado – 09.01.2023

Estrago patrimonial no prédio do Congresso Nacional, invadido na tarde de domingo (8), por manifestantes bolsonaristas

Na manhã desta terça-feira (10), o plenário do Senado analisa o  decreto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de intervenção federal na segurança pública do Distrito Federal , após aprovação do decreto na Câmara dos Deputados na noite desta segunda (9).

Ontem, o texto foi aprovado sem alterações em sessão extraordinária convocada às pressas.

É possível identificar objetos quebrados, cadeiras jogadas e vidros estilhaçados, além de extintores e mangueiras contra incêndio espalhadas pelo local
Jefferson Rudy/Agência Senado – 08.01.2023

É possível identificar objetos quebrados, cadeiras jogadas e vidros estilhaçados, além de extintores e mangueiras contra incêndio espalhadas pelo local

A sessão que ocorre agora no Senado é semipresencial, de modo a facilitar a votação dos parlamentares que não estão em Brasília , já que eles precisam dar uma resposta rápida sobre a pauta.

É possível identificar objetos quebrados, cadeiras jogadas e vidros estilhaçados, além de extintores e mangueiras contra incêndio espalhadas pelo local
Jefferson Rudy/Agência Senado – 08.01.2023

É possível identificar objetos quebrados, cadeiras jogadas e vidros estilhaçados, além de extintores e mangueiras contra incêndio espalhadas pelo local

Embora o Legislativo esteja de recesso até o início de fevereiro, os atos de vandalismo que ocorreram nos prédios dos Três Poderes fizeram com que o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), convocasse o Parlamento para funcionar em regime extraordinário.

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O relator da proposta de intervenção foi o deputado Rubens Pereira Júnior (PT-MA), e tem como objetivo recuperar a ordem pública na capital federal.

É possível identificar objetos quebrados, cadeiras jogadas e vidros estilhaçados, além de extintores e mangueiras contra incêndio espalhadas pelo local
Jefferson Rudy/Agência Senado – 08.01.2023

É possível identificar objetos quebrados, cadeiras jogadas e vidros estilhaçados, além de extintores e mangueiras contra incêndio espalhadas pelo local

“Com efeito, o governo do Distrito Federal e sua Secretaria de Segurança Pública foram, para dizer o mínimo, inábeis, negligentes e omissos ao cuidar de um tema tão sensível, porquanto se tratava de tragédia anunciada”, afirmou o parlamentar.

Intervenção federal

A medida foi assinado por Lula ainda nesse domingo (8)  após vândalos bolsonaristas invadirem e vandalizarem os prédios do Congresso Nacional, do Palácio do Planalto e do Supremo Tribunal Federal (STF) , em Brasília.

Na ocasião, o presidente criticou os atos realizados na capital federal e chamou os responsáveis de “fascistas”. Ele ressaltou que os financiadores e os suspeitos de integrarem os grupos serão presos.

O decreto tramita em caráter de urgência. Os parlamentares poderão ratificar o texto, sem possibilidade de emendas ou outras alterações. 

A intervenção federal significa que a Segurança Pública do Distrito Federal será de responsabilidade da União. O presidente nomeou o secretário-executivo do Ministério da Justiça, Ricardo Cappelli.

Atos terroristas no DF

Na tarde desse domingo (8),  bolsonaristas invadiram e vandalizaram os prédios do Congresso Nacional, do Palácio do Planalto e do Supremo . Os edifícios públicos da capital ficaram completamente depredados. Na ocasião, instalações foram quebradas, câmeras de segurança arrancadas e destruídas e a fiação foi exposta.

Os invasores destruíram, inclusive, parte importante do acervo artístico e arquitetônico ali reunido e que “representa um capítulo importante da história nacional” , conforme nota emitida pelo Palácio do Planalto.

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Fonte: IG Política

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Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

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Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.

Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.

Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.

As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.

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