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Operação Murus Nigra mira crimes violentos e prende cinco em Lavras

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Divulgação/PCMG

Nesta quinta-feira (18/4), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), em Lavras, no Campo das Vertentes, deflagrou a operação Murus Nigra, em repressão a crimes violentos. Cinco homens, com idades entre 18 e 28 anos, foram presos preventivamente, e um mandado de busca e apreensão, cumprido.

A ação, realizada em decorrência das investigações de crimes de homicídio, tráfico de drogas e roubo, contou com a participação de 29 policiais civis da 1ª Delegacia Regional em Lavras.

Crimes

O suspeito de 19 anos foi detido pelo crime de homicídio ocorrido em 19 de dezembro do último ano. Segundo apurações, o indivíduo teria marcado encontro com a vítima no local conhecido como “Pedreira”, em Lavras. A vítima foi até o endereço utilizando um carro de aplicativo e, ao descer para conversar com o suspeito, foi recebida com 14 disparos de arma de fogo. As investigações apontam que a motivação seria uma retaliação do grupo criminoso do suspeito, do bairro Cohab, contra a vítima, que praticava crime de tráfico de drogas no bairro Fonte Verde.

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O homem de 28 anos é suspeito da tentativa de homicídio ocorrida no dia 7 de janeiro deste ano. Segundo levantamentos, o investigado, em conjunto com um adolescente de 16 anos, teria efetuado disparos de arma de fogo contra a vítima, que foi atingida no olho esquerdo, nas costas e no ombro, mas foi socorrida e sobreviveu. Apurações apontam que a motivação seria o fato da vítima, um homem usuário de drogas, ter revelado a policiais militares onde estaria o entorpecente pertencente ao suspeito, uma vez que, em ação dos militares, drogas foram arrecadadas na casa do adolescente.

Dois homens, de 23 e 24 anos, investigados pelo roubo ocorrido na noite do dia 29 de janeiro de 2024, em um estabelecimento comercial, em posse de armas, teriam exigido que as vítimas abrissem o cofre e subtraíram a quantia de R$ 25 mil em cheques e R$ 20 mil em espécie. Os dois fugiram utilizando veículos de aplicativos. Durante as apurações, foram analisadas as imagens dos fatos capturadas por câmeras de segurança situadas em vias públicas.

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Após investigações, o homem de 18 anos foi detido por tráfico de drogas no bairro Serra Verde. Durante buscas em imóvel relacionado a um suspeito, de 29 anos, os policiais apreenderam telefone celular e R$ 1.500 em espécie.

Os suspeitos foram encaminhados ao sistema prisional. As investigações continuam.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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