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PCMG participa do 22º Comboio do Bem em Juiz de Fora

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) participou, na última sexta-feira (1/12), do Comboio do Bem, realizado há 22 anos em Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira. A ação, que contou com o envolvimento de diversas instituições, teve como foco a entrega de presentes de Natal a crianças, jovens e adultos assistidos pela Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), Educandário Carlos Chagas, Escola Estadual Maria das Dores, Instituto Bruno e Instituto Vitória.

A iniciativa contou com a contribuição de diversos parceiros e voluntários, entre eles, os servidores do 4º Departamento de Polícia Civil em Juiz de Fora e da 1ª Delegacia Regional, que apadrinharam cartas endereçadas ao Papai Noel.

De acordo com o chefe do 4º Departamento, delegado-geral Eurico da Cunha Neto, participar de ações de solidariedade como essa engrandece ainda mais servidores e aproxima a Polícia Civil da sociedade. “Juiz de Fora sabe que pode contar com a PCMG e que estaremos prontos a servir e ajudar, pela segurança pública e por uma sociedade mais solidária e fraterna”, exaltou o delegado.

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Dia de Festa

O dia da entrega dos presentes foi marcado por muita festa, entusiasmo e alegria, em meio à formação de um comboio – composto por viaturas das forças policiais do município, motocicletas, carros e caminhões – que percorreram as ruas da cidade, acompanhando o Papai Noel e a Mamãe Noel, que seguiram até os destinos para a entrega dos presentes natalinos.

Além da PCMG, participaram o Exército Brasileiro, a Polícia Rodoviária Federal, os Bombeiros Militares de Minas Gerais, a Polícia Militar de Minas Gerais, a Polícia Rodoviária Estadual, a Guarda Municipal, a Polícia Penal, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), a Receita Estadual, a Prefeitura, os Correios, além de grupos de voluntários e outras instituições.

Outras participações

Nos últimos anos, servidores do 4º Departamento de Polícia Civil em Juiz de Fora também participaram dessa corrente do bem, por meio da adoção de cartas, arrecadando brinquedos, peças de vestuário, calçados, acessórios, entre outros objetos. No entanto, em 2020, a ação precisou ser cancelada em virtude da pandemia da Covid-19.

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Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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