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PCMG prende suspeitos de torturarem homem em Contagem

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) realizou, nesta terça-feira (23/1), em Contagem, Região Metropolitana Belo Horizonte (RMBH), a operação Cadere in Atrio. Dois homens, de 22 e 23 anos, ligados ao tráfico de drogas, foram presos suspeitos de torturarem violentamente um homem de 27 anos, no dia 25 de junho do ano passado.

Conforme investigações, a vítima, residente no bairro Jardim Industrial, nas proximidades da Vila Sapolândia, passou perto dos quatro suspeitos no dia do crime e eles falaram que ela não podia mais ficar ali porque estava roubando. Depois disso, o quarteto bateu no homem com pedaços de madeira e coronhadas de arma de fogo. Segundo a vítima, os suspeitos, enquanto agrediam, diziam que aquilo era para ela “aprender a não roubar mais na favela”.

Após as agressões, os suspeitos pegaram a mão da vítima e cortaram dois dedos com uma faca, que eles bateram com um pedaço de pau para cortar os dedos mindinho e anelar.

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Depois disso a vítima foi expulsa da favela, passou numa farmácia, tomou remédio e depois foi socorrida próximo de um shopping na região do Barreiro.

Além das prisões, os policiais civis apreenderam um celular com os suspeitos durante a operação, porque cumpriram cinco mandados de busca e apreensão. As investigações continuam para a prisão dos outros dois suspeitos, já identificados.

Cadere in Atrio significa “Queda do Tribunal”, em referência ao desmantelamento da associação criminosa que acreditava aplicar uma justiça paralela.

As investigações foram conduzidas pela 2ª Delegacia de Polícia Civil em Contagem, e a operação contou com a participação de 25 policiais civis, com apoio da Coordenação de Operações com Cães (COC) da PCMG.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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