Polícia
Polícia Civil apura crime de homicídio em Gurinhatã

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) esclareceu o homicídio de um homem, de 41 anos, na zona rural de Gurinhatã, região do Triângulo Mineiro. O suspeito, de 22, que foi preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo, confessou o crime.
Entenda o caso
No último domingo (29/1), policiais militares registraram boletim de ocorrência noticiando o encontro de uma motocicleta incendiada na área rural do município. Já no dia seguinte foi feito o registro sobre o desaparecimento da vítima desde 27 de janeiro. Ela teria sido vista pela última vez em uma confraternização na residência do suspeito – a casa fica localizada em uma fazenda na região da Jacuba, também na zona rural de Gurinhatã.
Investigação
Durante os trabalhos policiais para apurar o desaparecimento do homem de 41 anos, o investigado foi preso por policiais militares, no último dia 31, pelo crime de posse ilegal de arma de fogo.
Na quarta-feira (1/2), investigadores da Delegacia de Polícia Civil em Ituiutaba se deslocaram até a fazenda com o intuito de localizar a vítima. Diante de suspeita de envolvimento do jovem de 22 anos no desaparecimento, outra equipe de policiais civis ficou responsável por buscá-lo no sistema prisional e encaminhá-lo ao Posto Médico-Legal em Ituiutaba para a realização de exame de corpo de delito, sendo constatadas, no laudo elaborado por médico-legista, lesões recentes características de luta corporal.
No trajeto, o suspeito disse aos investigadores que o acompanhavam estar arrependido de seu ato, estando disposto a colaborar para localizar o corpo da vítima e com as investigações, alegando que não estava aguentando mais a culpa pelo acontecido.
Encontro do corpo
Durante os trabalhos policiais na fazenda, os investigadores encontraram sinais de sangue na pá do trator utilizado pelo suspeito. Dessa forma, na quinta-feira (2/2), após solicitação da delegada Juliana Demonte Zanin, a perícia técnica foi acionada e constatou que os vestígios encontrados no equipamento usado pelo suspeito em suas atividades laborais tratava-se de sangue humano.
Em razão desses fatos, acompanhado por advogado, o suspeito apontou o local em que havia enterrado a vítima. Investigadores, perito criminal, funerária e equipe do Corpo de Bombeiros Militar se deslocaram até a fazenda e localizaram o corpo do homem enterrado em uma cova rasa, coberto apenas com um pouco de terra e folhas de coqueiro, no interior de mata fechada, de difícil acesso e circundada por brejos.
O suspeito foi encaminhado à Delegacia Regional de Polícia Civil em Ituiutaba para prestar esclarecimento e formalizar a confissão. Ele foi autuado em flagrante pelo crime de ocultação de cadáver e a PCMG representou ao Poder Judiciário pela prisão preventiva em razão do homicídio. O investigado encontra-se no sistema prisional, à disposição da Justiça.
Fonte: Polícia Civil MG


Polícia
Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12 foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.
Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga. A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.
Ontem 2/1 a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.
O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.
O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.
-
Coluna Minas Gerais6 dias atrás
Fabriciano inicia obra de 500 moradias
-
Coluna Minas Gerais5 dias atrás
CAAMG abre a primeira semana da Campanha de Vacinação Antigripal para a advocacia de Minas Gerais
-
Coluna Minas Gerais6 dias atrás
Inscrições abertas para 3ª Maratona Faemg Jovem
-
Coluna Minas Gerais5 dias atrás
Falta de planejamento e o alto custo na mesa do consumidor
-
Coluna Minas Gerais5 dias atrás
Lactalis investe R$ 291 milhões em Minas
-
Coluna Minas Gerais4 dias atrás
Sobretaxa reduzirá investimentos em MG
-
Coluna Minas Gerais3 dias atrás
Poços confirma caso de febre amarela
-
Coluna Minas Gerais2 dias atrás
Uberlândia lidera adesão à energia solar