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Polícia Civil conclui 1ª fase da operação Carbonara em Belo Horizonte

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Divulgação/PCMG

Com o objetivo de reprimir homicídios decorrentes do tráfico de drogas na região dos bairros Pilar e Olhos D´Água, no setor Oeste de Belo Horizonte, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deflagrou no último mês a operação Carbonara, prendendo cinco integrantes do principal grupo criminoso atuante na localidade, incluindo um dos líderes da gangue. Os suspeitos, de 21, 24, 32, 35 e 48 anos, foram presos em diferentes pontos da capital e da Região Metropolitana.

Conforme esclarece o delegado responsável pelas investigações, Guilherme Guimarães Catão, o conflito entre gangues pelo domínio do tráfico já vinha sendo monitorada pelo Departamento Estadual de Investigação de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), tendo em vista seu possível vínculo com homicídios registrados na região. “E foi por conta do assassinato de um homem de 29 anos, em outubro de 2021, que as investigações se intensificaram”, destacou Catão.

À época, a vítima, que cometia pequenos furtos na região, passou a gerar transtornos e prejuízos ao tráfico, uma vez que seus crimes passaram a chamar a atenção da polícia. Assim, os líderes da gangue ordenaram a execução do homem.

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O delegado Guilherme Catão explica que se trata de um trabalho do DHPP de médio e longo prazo. “Visamos também identificar novos membros e novas lideranças do tráfico e, acima de tudo, levar a julgamento os responsáveis pelos crimes, pacificando a região. Por isso, as investigações continuam”, disse. O delegado ainda ressaltou o trabalho de excelência realizado pela equipe de investigadores, que conseguiu realizar as prisões, dentre elas a de um dos líderes da gangue.

O nome da operação faz alusão à principal gangue que atua na região, composta em sua maioria por pessoas da mesma família.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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