Polícia

Polícia Civil conclui inquérito de acidente fatal em Montes Claros

Publicados

em

Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu, nesta quarta-feira (4/10), a investigação que resultou na identificação de um homem, de 42 anos, investigado por homicídio culposo e omissão de socorro, após um acidente de trânsito ocorrido no bairro Independência, em Montes Claros, região Norte do estado. Os fatos ocorreram no dia 8 de julho deste ano. Após o acidente, o suspeito fugiu sem prestar socorro à vítima, um jovem de 19 anos, que morreu dias após o fato.

Sobre o acidente, a perícia da Polícia Civil constatou que a vítima estava pilotando uma motocicleta quando colidiu com o carro que vinha na direção contrária. O laudo técnico apontou que o veículo do suspeito adentrou na rua lateral sem reduzir as marchas ou frear, chocando com a vítima, que transitava na direção contrária.

Logo depois, o motorista do carro fugiu do local sem prestar socorro, e uma unidade do Samu foi solicitada por testemunhas. A vítima foi socorrida inconsciente e faleceu no dia 14 de agosto, em decorrência de politraumatismo e infecção generalizada.

Leia Também:  Operação da PCMG resulta em quatro prisões em Pouso Alegre

A delegada Francielle Drumond, que conduziu as investigações, informou que após levantamentos e análises de câmeras de segurança, os policiais da 3ª Delegacia em Montes Claros identificaram o modelo e a cor do carro envolvido no acidente, contudo, não conseguiram identificar a placa.

Segundo a delegada, o apelo da família na mídia em busca da identificação do motorista e a comoção da população possibilitou que a unidade policial recepcionasse informações sobre o acidente, resultando com a identificação do suspeito.

Durante os levantamentos, a equipe descobriu, ainda, que ele teria dado seu testemunho em uma igreja no bairro Independência, onde contou sobre o acidente e pediu orações para que não fosse preso. O veículo conduzido pelo suspeito pertence ao sogro dele e foi localizado no povoado de Pedraria, distrito de Senador Mourao, próximo à cidade de Diamantina.

A delegada salienta que o carro estava danificado desde o dia do acidente e passou por perícia. “Em nenhum momento, após o acidente, o suspeito procurou a polícia para esclarecer os fatos. Inclusive, durante entrevista, ele exerceu o direito de permanecer em silêncio e falar somente em juízo”, contou Francielle.

Leia Também:  PCMG apreende drogas, pés de maconha e arma de fogo em Guanhães

O inquérito foi enviado para a Justiça e, além do processo criminal, ele responde a um procedimento administrativo que pode resultar na suspensão ou cassação de sua carteira de habilitação.

Fonte: Polícia Civil de MG

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Polícia

Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

Publicados

em

Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

Leia Também:  PCMG conclui inquérito sobre latrocínio de motorista de aplicativo

O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

ALPINÓPOLIS E REGIÃO

MINAS GERAIS

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA