Polícia
Polícia Civil identifica corpo de empresário desaparecido em Araguari

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) identificou o corpo de um empresário desaparecido em Araguari, no Triângulo Mineiro, desde o dia 4 de outubro deste ano. O corpo foi encontrado no dia 13 de outubro, na zona rural do município de Indianópolis, distante cerca de 60 quilômetros de Araguari. Uma entrevista coletiva sobre o caso foi concedida nesta segunda-feira (20/11).
O cadáver foi localizado em avançado estado de decomposição e sem nenhum documento, o que impediu a imediata identificação da vítima pela Polícia Civil. O homem estava com pés e mãos amarrados, indicando sinais de violência.
Ao que indicam as investigações conduzidas pela equipe de investigação de homicídios da Delegacia Regional de Polícia Civil em Araguari, o empresário pode ter sido vítima de latrocínio. “Verificamos que o veículo dele, o telefone celular e a carteira com documentos, dinheiro e cartões foram subtraídos, o que pode sugerir crime de motivação patrimonial”, revelou o delegado Felipe Oliveira Monteiro.
Desaparecimento
As investigações se iniciaram após o desaparecimento ser noticiado por familiares e amigos. A PCMG buscou registros de imagem da vítima, nos quais foi possível observar o empresário saindo de sua residência e em seu local de trabalho na tarde do dia 3 de outubro. Já no início da madrugada do dia seguinte (4/10), o homem teria saído de um bar que costumava frequentar por volta das 2 horas, sendo essas as últimas imagens do homem com vida.
No dia 13 de outubro, foi encontrado um corpo na zona rural do município de Indianópolis. O delegado Rodrigo Luís Fiorindo Faria, que também trabalha no caso, explicou que a partir das vestes que foram encontradas junto ao corpo a Polícia Civil passou a trabalhar com a possibilidade de se tratar do empresário, que usava roupas semelhantes na última vez que foi visto. “Diante da situação, o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico-Legal Dr. André Roquette (IMLAR) em Belo Horizonte, com exames odontológicos da vítima”, detalhou.
Um laudo de exame odontolegal foi emitido pelo IMLAR no dia 18 de outubro, confirmando se tratar do desaparecido. O corpo foi levado de volta a Araguari e entregue à família no último dia 14 de novembro para sepultamento.
A Polícia Civil informa que as investigações permanecem em andamento para identificar a autoria do crime.
Fonte: Polícia Civil de MG


Polícia
Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12 foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.
Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga. A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.
Ontem 2/1 a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.
O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.
O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.
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