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JÚRI POPULAR ABSOLVE RÉU QUE TENTOU MATAR EX-ESPOSA COM 5 FACADAS

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ALPINÓPOLIS –

Nesta terça-feira (19) a Vara Única da Comarca de Alpinópolis, no sul de Minas Gerais, foi palco de um julgamento que mobilizou os atores do judiciário e chamou a atenção de moradores da cidade. O réu J.V.A., de 52 anos, acusado de tentativa de homicídio qualificado contra sua ex-companheira, M.M.L.F., foi absolvido pelo Tribunal do Júri por 6 votos a 1.

O caso, amplamente divulgado, começou em 12 de novembro de 2023, quando J.V.A. foi preso em flagrante sob acusação de esfaquear M.M.L.F. na rua Benevenuto Augusto de Sousa, no bairro São Benedito. A vítima sofreu cinco perfurações, duas delas quas fatais, na região do pulmão e do pescoço, mas foi socorrida a tempo e sobreviveu ao ataque. Na época, testemunhas relataram que o réu havia agido por ciúmes após o término de um relacionamento de 28 anos com a vítima.

Durante o julgamento, os jurados (composto por 5 homens e 2 mulheres) analisaram as provas apresentadas pela acusação e a defesa do réu. O Ministério Público baseou-se nos depoimentos das testemunhas, entre elas o irmão da vítima, J.L.F., que flagrou o ataque, desarmou o agressor e o conteve até a chegada da polícia. Os policiais militares J.P.S.B. e J.M.C.L. também relataram o ocorrido, detalhando o cenário de violência e as circunstâncias da prisão.

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Em sua defesa, J.V.A. confessou o ataque, atribuindo-o a uma perda de controle emocional causada pelo término da relação. Ele alegou arrependimento e cooperou durante todo o processo, além de afirmar que não possuía histórico criminal.

O resultado do julgamento surpreendeu parte da comunidade local e até mesmo ativistas que defendem e se posiconam contra a violência da mulher. Com base nos argumentos apresentados durante o julgamento, os jurados entenderam que as circunstâncias não justificavam uma condenação e optaram pela absolvição do réu. A votação final ficou em 6 votos a 1, livrando J.V.A. das acusações.

Após a decisão, o advogado de defesa comemorou o desfecho, destacando que o réu já havia demonstrado arrependimento e cooperado com as investigações. A vítima, por sua vez, não se pronunciou publicamente sobre o resultado.

O caso levanta reflexões sobre a atuação do Tribunal do Júri e o impacto das decisões nos envolvidos e na comunidade. Enquanto J.V.A. foi absolvido e está livre, o episódio continua sendo debatido em Alpinópolis, dividindo opiniões e reacendendo discussões sobre justiça e violência doméstica.

O Ministério Público deve recorrer!

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Acidente

MOTOCICLISTA MORRE EM ACIDENTE NA BR-265: MOTORISTA INABILITADO É SUSPEITO DE CAUSAR A COLISÃO

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Um grave acidente foi registrado na tarde desta quinta-feira (11) na rodovia BR-265, no Km 595, em Jacuí/MG. De acordo com informações da Polícia Militar Rodoviária (PMRv), um motociclista faleceu após ser atingido por um veículo conduzido por um motorista inabilitado.

Segundo os vestígios encontrados no local, o acidente aconteceu quando o condutor de um FIAT/UNO, identificado como J.S.S, de 68 anos, seguia no sentido Jacuí a Bom Jesus da Penha. Ao realizar uma curva à esquerda, ele perdeu o controle do veículo e invadiu a pista contrária, colidindo frontalmente com uma motocicleta YAMAHA/XTZ que transitava no sentido oposto.

Vítimas e socorro

O motociclista foi socorrido por uma ambulância ao Pronto Socorro de Jacuí/MG, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu. Ele não portava documentos, o que impossibilitou sua identificação no momento do acidente.

O condutor do veículo, J.S.S., que também ficou gravemente ferido, foi transferido para o Hospital de São Sebastião do Paraíso.

Detalhes e irregularidades

De acordo com a PMRv, a motocicleta envolvida no acidente ostentava uma placa que não correspondia às suas características originais, configurando possível irregularidade. Além disso, foi constatado que o condutor do FIAT/UNO não possuía habilitação para dirigir.

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A Perícia Técnica esteve no local e realizou os procedimentos necessários. Os dois veículos foram removidos para um pátio credenciado, onde seguirão sob análise.

O caso segue em investigação pelas autoridades competentes.

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